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–Me acompanhe.– disse ela seguindo pelo corredor por onde outrora desejei segui-la.
Dessa vez não contive meu desejo e caminhei logo atrás dela, lentamente enquanto imaginava que estávamos indo para o quarto dela. Mais uma vez tentando fugir dos meus pensamentos irracionais, pensei que estávamos indo para a cozinha. Passamos pela cozinha e não entramos. Pensei que talvez ela quisesse que um homem arrumasse algo no banheiro, mas vi que passamos por ele também. Restavam duas portas no final do corredor, uma obviamente era o quarto dela, a outra eu não conseguia imaginar o que era. Não importa o que fosse essa outra porta, imaginei que ela estava me levanto pra lá. Contendo meus pensamentos felizes e delirantes, pensei que aquilo era um escritório, vendo que ainda assim, pensamentos impuros batiam sobre a minha mente, pensei que aquele era um matadouro e que a partir daquele dia ninguém nunca mais me veria ao menos vivo, ou talvez ainda com todos os meus membros. Ainda assim os pensamentos impuros ficaram pulando e festejando em minha mente. Ler mais



