Linguagem e temas no texto podem ser considerados ofensivos.
O quarto estava quase completamente escuro quando acordei, a única luz era a luz fraca que vinha da lua que entrava pela janela atravessando a fina cortina. Em frente ao meu armário uma figura com mais de dois metros, parada, me observava. Ela não tinha olhos, na verdade sequer possuía um rosto. Seu semblante era uma mascara branca com uma língua de uns trinta centímetros se contorcendo e pregada no lugar onde deveria haver uma boca. Após um tempo observando, enquanto meus olhos se adaptavam a falta de luz, percebi que aquilo não era exatamente uma língua. Ao longo daquela coisa, pequenas pernas de centopéia, dezenas delas, e em sua ponta um ferrão.
Eu não senti medo nem ao menos um momento e prontamente perguntei “Quem é você?” Ler mais






